Rio - Uma mulher chinesa cortou a mão direita de seu marido por causa de vício do homem no uso da Internet. Jiang Ming prometeu a He Ling que não iria mais acessar a web e passaria mais tempo em casa para ajudar a cuidar do filho recém-nascido.
Após um pequeno período, ele voltou a acessar os cyber cafés da vizinhança de sua casa, na cidade de Chengdu, para conversar em chats com garotas. "Eu estava na Internet e de repente senti um adormecimento na mão direita. A seta na tela parou de se mexer", disse o marido.
"Então vi que minha mão direita estava sobre o mouse pad e o sangue jorrava", contou ele. Na Corte, o marido pediu que a Justiça libere a mulher, alegando que ele tinha culpa ao quebrar sua promesa. A Corte entrou em recesso e adiou o anúncio do veredicto, segundo o jornal Chongqing Evening News.
TERCEIRA TEMPORADA DO REALITY SHOW 'PROJECT RUNWAY' ESTRÉIA NESTA QUINTA NO PEOPLE + ARTS
A disputa entre aspirantes estilistas de moda está de volta no People + Arts. O canal estréia nesta quinta-feira, às 21h, a teceira temporada do reality show "Project Runway", apresentado pela supermodelo Heidi Klum. Os quinze estilistas selecionados competirão entre si pela oportunidade única de desfilar sua coleção durante a Semana da Moda de Nova York.
Dando dicas para os participantes durante os desafios está Tim Gunn, chefe de design da Parsons The New School for Desingn. O júri do reality show inclui, além de Heidi Klum, o desenhista de roupas Michael Kors e a diretora de moda da Elle Megazine, Nina Garcia. Além disso, a cada semana um convidado especial participa do júri que seleciona quem deixará a competição.
O estilista vencedor de "Project Runway", além de participar da Semana de Moda de Nova York, será destaque da revista Elle, ganhará um estágio na INC International Concepts e 100 mil dólares para começar sua coleção.
Gente, o filme é MUITO pesado. Não curto esse tipo de coisa. Mas a coisa foi piorando e piorando, chegando ao que considero intolerável. Quero só ver se vocês vão comentar o vídeo.
Juro que imaginei Divina de Joelma e Vitória com uma peruca branca, fazendo o Chimbinha. A coreografia sem dúvida seria o ponto alto do show Ana e Marcellete poderiam ser as back-in-vocals. O grupo seria as Divinas!
A 4ª Turma do Superior Tribunal de Justiça vai julgar nesta terça-feira (21/8) recurso em que um casal de homossexuais de São Gonçalo, no Rio de Janeiro, pede que seja reconhecida sua união estável desde 1988. Tanto a sentença quanto o acórdão do Tribunal de Justiça fluminense negaram o pedido por entender que falta previsão legal.
O casal, um agrônomo brasileiro e um canadense que trabalha como professor de inglês no país, entrou com a ação de reconhecimento na 4ª Vara de Família de São Gonçalo. Eles alegam que vivem como casal, de forma duradoura, contínua e pública, em relacionamento pautado pela consideração e respeito mútuo, pela assistência moral e material recíprocas, há quase 20 anos.
Apresentaram comprovantes de aquisição em conjunto de um imóvel, passagens aéreas para o mesmo destino, comprovantes de contas bancárias, ações e aplicações financeiras conjuntas, pedindo o reconhecimento judicial de sua condição de casal para todos os efeitos legais, inclusive para que o canadense possa pedir ao Ministério da Justiça visto permanente.
A primeira instância considerou que a palavra “casal” tem sua utilização restrita e reservada a um arranjo que vincula, de alguma forma, homem e mulher. Citando a Bíblia, que, segundo o juiz, condena de forma veemente o homossexualismo, o Código Civil e a Constituição Federal, a primeira instância julgou extinto o processo por falta de possibilidade jurídica do pedido, argumentando que eles já seriam legalmente casados no Canadá, país que reconhece esse direito aos homossexuais.
O Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro manteve o entendimento. No STJ, a 3ª e a 4ª Turma já examinaram a questão em ocasiões anteriores, definindo que a união entre pessoas do mesmo sexo configura uma sociedade de fato, não amparada pelo Direito de Família, mas sob a ótica do direito das obrigações, que garante a partilha dos bens, inclusive.
O relator do processo na 4ª Turma é o ministro Antônio de Pádua Ribeiro, decano do Tribunal. Além do relator, integram o colegiado os ministros Hélio Quaglia Barbosa, que a preside, Fernando Gonçalves, Aldir Passarinho Junior e Massami Uyeda.
O advogado Luiz Kignel, especialista em Direito de Família e Planejamento Sucessório do escritório Pompeu, Longo, Kignel & Cipullo Advogados, afirma que “não há como definir os companheiros homoafetivos como um ‘casal’. Para isto, a lei que regula o Direito de Família precisaria ser alterada. Todavia, a jurisprudência caminhou no sentido de reconhecê-los como uma ‘sociedade de fato’, o que já é um enorme avanço”.
Kignel acredita que a questão a ser julgada ficou prejudicada na forma do pedido judicial. "O casal de companheiros pediu uma equiparação efetiva com o matrimônio civil, o que ainda não é possível. A jurisprudência já inovou bastante ao aceitar a relação homoafetiva, mas teve que enquadrá-la no direito das obrigações".
Caminho das pedras
O Supremo, contudo, já deu sinais de que a questão deve ser tratada no campo do Direito de Família. Ao julgar uma Ação Direta de Inconstitucionalidade em fevereiro de 2006, o ministro Celso de Mello afirmou que a união homossexual deve ser reconhecida como uma entidade familiar e não apenas como “sociedade de fato”. A manifestação foi pioneira no âmbito do Supremo Tribunal Federal e indicou que a discussão sobre o tema deve ser deslocada do campo do Direito das Obrigações para o campo do Direito de Família — ao contrário do que aconteceu, até agora, nas decisões de instâncias inferiores.
A opinião do ministro foi explicitada no exame de uma ação proposta pela Associação Parada do Orgulho Gay, que contestou a definição legal de união estável: “entre o homem e a mulher, configurada na convivência pública, contínua e duradoura e estabelecida com o objetivo de constituição de família” (artigo 1.723 do Código Civil).
Celso de Mello extinguiu o processo por razões de ordem técnica, mas teceu considerações sobre o que afirmou ser uma “relevantíssima questão constitucional”. O ministro entendeu que o STF deve discutir e julgar, em novo processo, o reconhecimento da legitimidade constitucional das uniões homossexuais e de sua qualificação como “entidade familiar”. Ele chegou até mesmo a indicar o instrumento correto para que a questão volte ao Supremo: a ADPF, Argüição de Descumprimento de Preceito Fundamental.
Em sua decisão, o ministro cita a desembargadora gaúcha Maria Berenice Dias, que ressalta a importância do Judiciário como agente de transformação social: “Ao menos até que o legislador regulamente as uniões homoafetivas — como já fez a maioria dos países do mundo civilizado — incumbe ao Judiciário emprestar-lhes visibilidade e assegurar-lhes os mesmos direitos que merecem as demais relações afetivas. Essa é a missão fundamental da jurisprudência, que necessita desempenhar seu papel de agente transformador dos estagnados conceitos da sociedade.”
Não existem homossexuais Acreditar que um adjetivo se converte em substantivo é uma forma de moralismo pela via errada.
NÃO CONHEÇO homossexuais. Nem um para mostrar. Amigos meus dizem que existem. Outros dizem que são. Eu coço a cabeça e investigo: dois olhos, duas mãos, duas pernas. Um ser humano como outro qualquer. Mas eles recusam pertencer ao único gênero que interessa, o humano. E falam do "homossexual" como algumas crianças falam de fadas ou duendes. Mas os homossexuais existem? A desconfiança deve ser atribuída a um insuspeito na matéria. Falo de Gore Vidal, que roubou o conceito a outro, Tennessee Williams: "homossexual" é adjetivo, não substantivo. Concordo, subscrevo. Não existe o "homossexual". Existem atos homossexuais. E atos heterossexuais. Eu próprio, confesso, sou culpado de praticar os segundos (menos do que gostaria, é certo). E parte da humanidade pratica os primeiros. Mas acreditar que um adjetivo se converte em substantivo é uma forma de moralismo pela via errada. É elevar o sexo a condição identitária. Sou como ser humano o que faço na minha cama. Aberrante, não? Uns anos atrás, aliás, comprei brigas feias na imprensa portuguesa por afirmar o óbvio: ter orgulho da sexualidade é como ter orgulho da cor da pele. Ilógico. Se a orientação sexual é um fato tão natural como a pigmentação dermatológica, não há nada de que ter orgulho. Podemos sentir orgulho da carreira que fomos construindo: do livro que escrevemos, da música que compusemos. O orgulho pressupõe mérito. E o mérito pressupõe escolha. Na sexualidade, não
>
há escolha. Infelizmente, o mundo não concorda. Os homossexuais existem e, mais, existe uma forma de vida gay com sua literatura, sua arte. Seu cinema. O Festival de Veneza, por exemplo, pretende instituir um Leão Queer para o melhor filme gay em concurso. Não é caso único. Berlim já tem um prêmio semelhante há duas décadas. É o Teddy Award. Estranho. Olhando para a história da arte ocidental, é possível divisar obras que versaram sobre o amor entre pessoas do mesmo sexo. A arte greco-latina surge dominada por essa pulsão homoerótica. Mas só um analfabeto fala em "arte grega gay" ou "arte romana gay". E desconfio que o imperador Adriano se sentiria abismado se as estátuas de Antínoo, que mandou espalhar por Roma, fossem classificadas como exemplares de "estatuária gay". A arte não tem gênero. Tem talento ou falta de. E, já agora, tem bom senso ou falta de. Definir uma obra de arte pela orientação sexual dos personagens retratados não é apenas um caso de filistinismo cultural. É encerrar um quadro, um livro ou um filme no gueto ideológico das patrulhas. Exatamente como acontece com as próprias patrulhas, que transformam um fato natural em programa de exclusão. De auto-exclusão. Eu, se fosse "homossexual", sentiria certa ofensa se reduzissem a minha personalidade à inclinação (simbólica) do meu pênis. Mas eu prometo perguntar a um homossexual" verdadeiro o que ele pensa sobre o assunto, caso eu consiga encontrar um no planeta Terra.
Rio - Vera Fischer precisou de uma ajudinha ao sair da festa de aniversário de Preta Gil, numa boate no Centro do Rio, sexta-feira. A atriz foi conduzida por amigos até um táxi. Dizem as más línguas que Vera bebeu um pouco além da conta.
A atriz foi pontual e chegou na The Week à meia-noite. Vários famosos curtiram a noite que tinha bebida liberada. Entre eles: Reynaldo Gianecchini, Alemão, Bruno Gagliasso (sem Camila Rodrigues, que estava viajando a trabalho) e Fernanda Paes Leme.
Essa para animar a segunda-feira. Ainda estamos sem notícias de todos, praticamente ilhados em Chuvópolis. Esquecidos! Deprimidos! (onde está o meu Prozac®?, Praga!)
A dublagem de Os Simpsons no Brasil volta a sofrer abalos. Waldyr Sant'Anna não é mais a voz de Homer no seriado, nem será no longa-metragem. O dublador escreveu aos fãs para dar a sua versão da dispensa.
"Agradeço profundamente emocionado todas as demonstrações de descontentamento pela minha substituição na série e no longa-metragem dos Simpsons. Estou sendo penalizado e até condenado por alguns, pelo fato de ter tido a coragem de cobrar o que nossa legislação garante, o que ao longo dos últimos 50 anos os distribuidores de filmes insistem em desrespeitar e a pressão econômica exercida pelo capital estrangeiro nos obriga a aceitar, ou não sobreviver deste trabalho caso se rebele", disse Sant'Anna.
O motivo do afastamento teria sido o processo que o dublador move contra a Fox, pelo não-pagamento e o uso não autorizado de sua voz nos DVDs da série. Questão trabalhista à parte, o fato é que o substituto foi escolhido. Carlos Alberto, ator, radialista e ex-apresentador do canal SporTV, já começou a gravar no estúdio Audionews a nova voz do personagem. Há alguns anos, durante a troca de empresas que faziam a dublagem da série no Brasil, Sant'Anna foi substituído. Assim que a Herbert Richers assumiu, porém, em 2004, a equipe do estúdio fez questão de chamar o dublador de volta.
Vem ai a Parada mais esperada de Niterói!!! Dia 26 de agosto a partir das 14:00h na Praia de Icaraí vai rolar a 3ª Parada do Orgulho GLBT de Niterói!! O Grupo Diversidade de Niterói (GDN), com apoio da Prefeitura de Niterói, UFF, Programa Nacional de DST/AIDS, Governo Federal, Unesco e mais outras entidades da cidade conta com a sua presença e de toda a sua família, para lutarmos juntos contra qualquer tipo de preconceito no Brasil!! O Slogan deste ano é "3 anos de lutas, conquistas e alegrias... CHEGA de RACISMO, MACHISMO E HOMOFOBIA!!! Acreditamos que juntos faremos um mundo melhor banindo a IGNORÂNCIA!!
Panda "transexual" dá à luz duas filhotes na China
Qui, 09 Ago, 01h25
Pequim, 9 ago (EFE).- A panda gigante Jinzhu, que durante anos foi considerada um macho mas acabou se revelando uma fêmea, deu à luz duas filhotes na província de Sichuan, no sudoeste da China, mas corre risco de vida devido a uma hemorragia, segundo informou hoje a agência estatal chinesa "Xinhua".
A mãe se encontra em estado crítico após dar à luz duas fêmeas.
Elas nasceram com uma hora de diferença, pesando 190 e 70 gramas.
Jinzhu nasceu em 1996 e foi identificada como um macho. O especialista em pandas Li Desheng justificou o erro explicando que "o pênis de um panda adulto mede apenas três centímetros".
Convencidos de seu sexo, os cuidadores mandaram Jinzhu ao Japão para se reproduzir com outra panda. Mas, diante do total desinteresse dos dois animais, os cientistas descobriram que o animal não tinha genitais masculinos.
A panda voltou à China, onde foi objeto de controvérsia entre os especialistas. Alguns opinavam que ela era hermafrodita, e para outros simplesmente era um macho que não tinha desenvolvido seus órgãos sexuais.
Em 2005, uma endoscopia demonstrou que Jinzhu era uma fêmea, com ovários, mas no lugar errado. Foi operada para corrigir o problema e, este ano, pôde ficar grávida e ter gêmeas.
O nascimento de pandas gêmeos é muito freqüente nos centros de criação e pesquisa de pandas, devido ao uso de técnicas de inseminação artificial. EFE
Este blog está de luto esta semana devido ao falecimento do pai de nosso querido Mar. Querido, força e fé nessa hora. Que você possa encontrar consolo e serenidade para enfrentar esse momento doloroso e sempre tendo em mente que seu pai agora está em paz, descansando num bom lugar. Te amamos, querido!
Realmente, é revoltante. Dá vontade de chorar de tanta injustiça, falcatrua e roubalheira. A sensação de impotência é inevitável. Mas enquanto nossa voz não cala, ainda há esperança.
Pra quem tem paciência. É um joguinho muito interessante para se descobrir de que filme são as músicas. O número 1, Vina e eu gabaritamos. E o número 2 só faltam dois filmes. Dá um nervoso, porque muitos você tem certeza, já ouviu várias vezes e não liga o nome à pessoa. Façam!!! Vocês não sossegarão até completarem tudo...